Um estudo levado a cabo pela empresa britânica Intuwave revela que a grande maioria dos proprietários de telemóveis da última geração não sabe ou não consegue utilizar todas as capacidades dos seus aparelhos, os quais se tornaram tão complexos que ficaram difíceis de utilizar no dia-a-dia. Estes começam a assemelhar-se aos computadores, com funções que só poucos sabem configurar.
Mas isso pouco importa, para muito boa gente o importante é poder sacar do bolso a última maravilha da técnica, com sons poliqualquercoisa, com imagens vindas não se sabe donde, com email acabadinho de chegar, com os dados transferidos do banco com os movimentos da conta e a tirar fotos para “inglês” ver.
Como alguém que eu conheço que dizia, há alguns anos atrás, quando foi questionada sobre a duvidosa necessidade, que ela apregoava, de ter um telemóvel:
“ Então, se os outros têm, porque é eu também não hei-de ter?”
Há muita gente assim, infelizmente, É mais importante o parecer que o ser, ligam mais às aparências do que aos valores, à imagem que transmitem - ou se esforçam por transmitir - aos outros que á sua própria imagem interior. No fundo, têm falta de verdadeira auto-estima e procuram-na nas aparências.
Afixado por: Vanda Duarte em novembro 18, 2003 05:18 PMÉ a auto-estima é um problema grande das nossas gentes que se tem avolumado muito nos últimos tempos. E temos um especial fraquinho por "fachadas" e "titulos".
Afixado por: vmar em novembro 18, 2003 06:20 PMProvávelmente o inventor do telemóvel, quando nele pensou foi baseado na necessidade de as
pessoas poderem comunicar nas mais variadas circunstâncias sem terem de estar dependentes de
uma cabine telefónica ou de um qualquer outro telefone fixo. E possivelmente foi para que as
pessoas conseguissem contactar fundamentalmente o mais rápidamente possível, sem restrições mas
numa utilização rápida. Não é de certeza na perspectiva do criador do invento que assistimos
no dia a dia nos mais variados locais, nomeadamente até na rua a utilizarem os seus telemóveis, correndo até algum risco num atropelamento, para não falar dos que contínuam
em longas conversas ao volante dos seus automóveis.E curiosamente ainda não está definido
se é perigoso ou não para a saúde o uso excessivo
do mesmo.
Caro rajodoas, quase tudo na vida tem duas faces, uma boa e uma má. Os humanos têm tido nos últimos anos, muita tendencia para o lado negativo das coisas. Sobre os efeitos prejudiciais para a saúde penso que ainda não há testes conclusivos ( ou pelo menos não foram divulgados)
Afixado por: vmar em novembro 19, 2003 12:53 AM